A enorme, ruidosa, muito visível e quase táctil pressão psicológica, precedendo e reinando no jogo de ontem sobre o Benfica (estratégia de balneário, multidão, cenografia imponente e cânticos permanentes) pode ter provocado o efeito inverso ao que era esperado: a equipa ficou bloqueada, como que esmagada pelos apelos múltiplos e reiterados. Frágeis são os seres humanos, sinuosos e muitas vezes inesperados os caminhos da psicologia e do comportamento de massa.
Sou um pouco supersticioso em relação a essas coisas das coreografias, normalmente servem mais para bloquear os nossos é motivar os rivais, ou seja, acabam por ter o efeito oposto ao desejado.
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