Um criminoso informático rouba dez anos de emails privados da organização A e vende-os à organização B que os divulga adulterados. Ministério Público e Polícia Judiciária acusam a organização A de ser vítima e abrem-lhe uma queixa-crime. Enquanto isso, a organização B - que se vangloria de estar inocente e de cumprir um dever cívico - vai divulgando a correspondência roubada argumentando que não é o roubo que importa, mas o conteúdo dos emails.
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