O menino cresceu, tornou-se um velho patife, corrupto, complexado e sem vergonha cumprindo seu sonho de infância: Age, há trinta anos, como verdadeiro sinaleiro, nos meandros e caminhos tortuosos do futebol português, a orientar dirigentes e árbitros para proveito seu e do clube da terra. Um sinaleiro com um enorme apito dourado!

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