segunda-feira, 12 de março de 2018

Recordando o Decálogo da Santa Aliança (14.12.2017)

Eis o decálogo, eis os dez grandes objetivos das campanhas desestabilizadoras levadas a cabo pelo Futebol Clube do Porto e pelo Sporting Clube de Portugal de mãos dadas na Santa Aliança (publicado neste blog a 14.12.2017 aqui, a sua actualidade mantém-se):
1. Fabricar e estabilizar um forte dispositivo de propaganda múltipla que produza e reproduza nas representações sociais a crença de que o Benfica é um clube corrupto que só vence pela chantagem e pelo condicionamento de instituições desportivas, árbitros e imprensa;
2. Produzir massivamente, através dos mais variados canais escritos e audiovisuais, ambiências emocionais acríticas que transformem pela repetição falsidades-estímulo em verdades indiscutíveis, sob execução dos directores de comunicação Francisco Marques e Nuno Saraiva e comando permanente de Pinto da Costa e Bruno de Carvalho;
3. Transformar os emails do Benfica obtidos através de crime informático em material incriminador, deixando na penumbra o crime de invasão da privacidade alheia e o crime de roubo económico em favor dos diálogos entre pessoas que são criminosamente transformados em cartilhas de corrupção activa pela descontextualização, pela deturpação e pela falsificação;
4. Linchar moralmente, da maneira mais torpe, quadros directivos do Benfica, dotando-os de malignidade e anti-cidadania nas percepções populares;
5. Colocar e/ou aliciar nas instâncias desportivas e nos jornais pessoas que sirvam os propósitos do programa propagandístico criado, fazendo com que a justiça e as penas sejam desse exclusivo foro e por essa via e nesse sentido fidelizem lógicas populares de pensamento e de acção; 
6. Criar um ambiente decisório judicial e judiciário que criminalize severamente o Benfica e o ampute do seu poderio desportivo-financeiro, originando a ruptura dos apoios e dos parceiros internos e externos;
7. Provocar uma fractura entre adeptos e direção, levando aqueles a forçar o afastamento da actual direção modernizadora e do treinador e por esta via arruinar o futuro neste momento em construção através de uma nova direção que deSEIXALaria o que existe e viveria unicamente do futebol de onze e da aquisição onerosa de jogadores estrangeiros;
8. Enfraquecer a auto-estima dos atletas de todas as modalidades do Benfica e levá-los à desmoralização e às derrotas em campo;
9. Conduzir o Benfica a  extremos de emoção, desânimo e revolta activa susceptível de originar castigos severos;
10. Incentivar directa e indirectamente a produção de falsos benfiquistas cavalos-de-tróia que ataquem o clube através de blogs e redes sociais, contribuindo desta maneira para ampliar a rede de desestabilização de nível central a cargo dos comandos da Santa Aliança. 

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