terça-feira, 28 de novembro de 2017

Avulsas dos "Grandes"


Do Comédia:
Condenação pelo Supremo, ao pagamento de avultada verba ao ex-funcionário Maurício do Vale, por despedimento sem justa causa, pelo "Querido Líder" no início do seu primeiro mandato. Prepara-se no entanto, o clube, sob a superior orientação do mesmo, para não pagar, endossando as culpas para anteriores direcções que "dolosamente" contrataram o dito funcionário.
Mais uma vez e na sequência do recente e idêntico desfecho com o  caso Doyen, após muitos e dispendiosos recursos jurídicos, vemos o maior e mais galardoado clube do mundo na dianteira do campeonato dos calotes.
Do Polvo:
Mais um espectáculo circense de autoria e com o habitual protagonismo do "funcionário do ano".
Supostamente, o clube que lhe tira o sono, "manipulou" o vídeo para comprovar que o jogador Danilo reconhecido por ter igualmente dotes artísticos, não foi derrubado dentro da área de grande penalidade. Quem não se lembra do abalroamento premeditado ao arbitro feito pelo mesmo no Chaves-Porto da época transacta? E do que foi montado para negar o que todos viram?
Assim vai o  clube dos tentáculos azuis. Ninguém fala da gravíssima situação financeira em que se encontra. Segundo comentador André Ventura, ontem, no programa " Pé em riste" na CMTV, foram já  hipotecados, para garantia do pagamento de adiantamento de verbas necessárias para fazer face à gestão corrente do clube, o Estádio do Dragão, os passes de Herrera e Brahimi, e, pasme-se, o valor do contrato televisivo  celebrado com a operadora de tv-Altice (ex-Meo). Refira-se, de passagem, que o contrato só tem início no próximo ano, o que diz bem da situação catastrófica em que se encontra a tesouraria do  Clube do Polvo.
Do Glorioso:
Fim de linha para César (por veterania), Gabriel "noitadas" ou "gabigol" (inadaptação óbvia) e Douglas (erro notório de " casting ").
A continuação de venda diária, pelo jornal "o Jogo", também conhecido entre os benfiquistas por "o Nojo", dos nossos jogadores (hoje Grimaldo para o Nápoles) com evidente propósito de desestabilizar o clube.
Apetece citar o provérbio: Tudo como dantes no quartel-general de Abrantes.

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