Blogue dedicado ao benfiquismo crítico e inclusivo, nascido a 30 de Setembro de 2017. Possam os leitores contribuir com esse espírito. O nosso presente é o futuro. Este blogue é diferente, é uma estrada, é uma marca, é um projecto de think tank. E é também um instrumento de descodificação da malandragem, um desinfectante cognitivo. Fazer este blog é para nós um dever cívico, um acto de cidadania. Benfiquemos sempre, benficando agora!
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
As dores do Sr. Preto
O Sr. José Preto, advogado do Mestre Ubu, queixou-se da forma como a imprensa tem maltratado o seu cliente, comparando-a a um bordel. O problema que o Sr. Preto não se pôs nem pôs à imprensa é - questão deveras preta esta - a forma selvagem e ofensiva como, durante anos a fio, Mestre Ubu tratou e humilhou sistematicamente os outros, especialmente o Benfica.
Enganou-se, Sr. Simões dependente!
O antigo jogador do Benfica, Sr. António Simões, voz sempre permanente no ataque ao seu antigo clube e de mãos dadas com a dragartagem e com a quinta-coluna, afirmou em entrevista à TSF que é uma "voz independente". Absolutamente não é isso, dependente por inteiro sim. E com um enorme apetite, em sua fidalguia ensaiada, para substituir LFV não importa por que meios.
CMEsgoto prossegue a cruzada difamatória anti-Benfica
O CMEsgoto tem uma manchete hoje, emblemática do jornalixo que pratica, com o seu habitual e querido "terá" no caso E-Toupeira, referindo-se a Júlio Loureiro. Na verdade, o pasquim escreveu que a "toupeira" do Benfica terá (sic) dito esta quarta-feira à juíza Ana Peres, na primeira sessão da instrução, que não era apenas o Benfica que lhe dava bilhetes para os jogos" (...) não nomeou nenhum clube, mas, segundo apurou o CM, terá (sic) justificado com o facto de (...)". (bold meu, KH)
Este pasquim precisa imediatamente de um novo processo-crime a levantar pelo Benfica pela gravidade dos textos que, quase diariamente, criminalizam o clube na praça pública.
N.B. - pelo sim pelo não, este e outros textos foram enviados ao Benfica.
N.B. - pelo sim pelo não, este e outros textos foram enviados ao Benfica.
A Justiça e o Apito Dourado-parte II
( continuação)
Fonte:http://pulpuscorruptus.blogspot.com/
(continua)
Teofilo Santiago, inspector da PJ reformou-se compulsivamente
(Entrevista ao Notícias Magazine, 2/3/2014)
TS - No “Aveiro Connection” foi a primeira vez que não estávamos perante um simples caso de contrabando de tabaco, foi corrupção generalizada nas forças policiais. Mas as equipas que liderava não vacilaram porque a hierarquia tinha absoluta confiança em nós.
Em Aveiro pela primeira vez foram apreendidos prédios inteiros porque não respeitavam as regras da boa construção, um crime novo. Recebíamos notícias de factos mais ou menos delicados de várias partes do país, pessoas que queriam dar conhecimentos às equipas.
DN - Li algures, que o «Apito Dourado» foi o processo com o qual diz que perdeu a inocência.
TS - É verdade. Nunca me passou pela cabeça… Sempre transmiti às pessoas que estavam comigo para que não se preocupassem. Que era impensável que alguém nos pudesse querer fazer o que quer que seja, porque nem se atreveriam a tal. E olhe, as circunstâncias falam por si… O sermos despedidos se calhar foi o menos… O que se passou foi feio, foi das coisas mais feias… Nem consigo encontrar um adjectivo para qualificar o procedimento ou o processo que levou à nossa saída.
DN - Responsabilidade apenas da hierarquia de então?
TS - Também teve a ver. Mas, como foi dito, por vontade do poder político. Depois vem por aí abaixo.
DN - Foi o poder do futebol? Não tinha a noção desse poder?
TS - Tínhamos. Mas o problema ali não foi o futebol. Foram as implicações de pessoas que estariam ligadas aos vários poderes, nomeadamente ao político, em tudo aquilo. E a necessidade enorme que alguns responsáveis tinham em saber o que é que se passava na investigação. Até aí, o poder político, pelo menos que eu me apercebesse, independentemente de pessoas mais ou menos próximas serem tocadas, nunca tinha ultrapassado aquela linha. Aqui não! Ultrapassou-se tudo. Disseram-me claramente, «até às tantas horas, tem que se saber quem são as pessoas e o grau de envolvimento». Eu ri-me.
DN - Conta-se que na lista das buscas colocou alguns nomes no fim para que ninguém se apercebesse. Isso é uma história ou foi verdade?
TS - Não foi assim. Nem tive um peso tão grande na investigação do «Apito Dourado» como tive noutras. Tinha as equipas de vigilância comigo e a partir da morte do Fehér há uma situação particular na investigação que dá o salto e aí é que, juntamente com os outros elementos da direcção, tivemos que tomar uma opção de estratégia a seguir. E a opção foi não comunicar à hierarquia o que se estava a passar. Se nós cumpríssemos com esse dever de lealdade que nos era exigido, então o director nacional da PJ teria também que ter o mesmo dever para com a ministra da Justiça e lá ia tudo, como sói dizer-se em linguagem policial, com os ciganos. Mas nunca me passou pela cabeça o que se seguiu… Quer dizer … pressentia-se qualquer coisa, mas aquilo?! A grande vítima foi o Dr. Artur Oliveira (superior hierárquico).
DN - A história do pai e do irmão serem investigados em Coimbra por burla na Caixa Agrícola?
TS - Investigados?! Uma história que já estava mais do que encerrada, ressuscitou-se, fazem-se buscas com aparato e tudo mais para justificar o que iam fazer!!! Não se faz!
(Abriram um caso já encerrado sobre familiares do então director da PJ do Porto, Dr. Artur Oliveira, que deu cobertura a investigação sobre o Apito Dourado, que levou à demissão deste. O seu sucessor no posto foi convidado para o cargo ainda antes do dr. Artur Oliveira ser obrigado a demitir-se).
DN - Ele (Dr. Artur Oliveira), director, demitiu-se. Vocês, adjuntos, solidarizaram-se… Esperava ser reconduzido? Não acha que foi de alguma ingenuidade?
TS - Rijo-me por princípios. Perdi a inocência nesta coisa porque apesar de já ter muita experiência disto há limites. Adivinhava o que se estava a passar, ele não era o alvo. Por isso é mais lamentável ainda o que lhe foi feito. Houve pessoas, “n” pessoas, que me disseram «não ponha o lugar à disposição, não faça isso, obrigue-os a ser eles a tomar a atitude».Mas por uma questão de ficar bem comigo, uma questão de ética…
DN - Os alvos eram vocês os dois, você e o João Massano?
TS - Éramos. A partir daí…
DN - E a causa era o «Apito Dourado»?
TS - A causa não era o «Apito Dourado», eram os poderes entenderem que não podia haver uns cidadãos, embora com responsabilidades policiais, que não lhes respondessem àquilo que eles queriam saber.
DN - Alguma vez se sentiu injuriado ou injustiçado? Quando foi nomeado oficial de ligação com Cabo Verde depois de ser demitido da direcção do Porto da PJ?
TS – Injustiçado sobretudo quando não posso responder. Até tenho o papel onde escrevi o que é que foi acordado. Qual demissão! Fui despedido, pura e simplesmente! Foi-me dito, na cara, que nunca mais chefiaria ninguém e que havia de passar o tempo a passear o cão em Espinho. Assim, num gabinete do Director Nacional (Juiz Adelino Salvado, director nacional da PJ). E não, não perdoo.
DN – Estamos a falar de Adelino Salvado.
TS – Disse-me que eu era um indivíduo poderoso, tinha todo o mundo por mim, mas que com ele nunca mais chefiava nem mais um homem.
E não foi encontrada outra solução que não fosse ir para Cabo Verde.
(À boa maneira siciliana quiseram dar um exemplo. Interessante que a corrupta CS
portuguesa nunca se interessou por isto).
portuguesa nunca se interessou por isto).
Fonte:http://pulpuscorruptus.blogspot.com/
(continua)
Pensar pela própria cabeça
"Pensar pela própria cabeça, é algo que custa a muita gente, daí que alguns prefiram cavalgar pensamentos alheios..." Fonte.
Hoje: Ronda de Elite do Futsal
Começa hoje a Ronda de Elite da UEFA Futsal Champions League, com os jogos do Grupo C no qual está integrado o Benfica, que tem o jogo inaugural às 14 horas defrontando a equipa croata do Novo Vrijeme.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
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